Histórico

Em foto de 1917, o primeiro ônibus elétrico do Rio de Janeiro

Em foto de 1917, o primeiro ônibus elétrico do Rio de Janeiro

Fundada em 5 de março de 1917, com a denominação de Associação de Cronistas Desportivos (ACD), a entidade, sem fins lucrativos, tem caráter social, cultural, filantrópico e esportivo. Em 22 de agosto de 1967, através da Assembléia-Geral Extraordinária, e por unanimidade dos participantes, unificou no quadro social todos os associados do Departamento de Imprensa Esportiva da ABI – DIE, passando a denominar-se Associação de Cronistas Esportivos da Guanabara (ACEG). Com a fusão do Estado do Rio de Janeiro com o Estado da Guanabara, em abril de 1975, passou a designar-se Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro, também considerada ACERJ.

 

Objetivos

  • Cooperar com os associados, orientando no sentindo de que os trabalhos jornalísticos tenham absoluto critério informativo;
  • Empenhar-se na defesa dos associados quando ocorrem pressões ou transgressões ao livre exercício das atividades profissionais;
  • Resguardar o decoro profissional dos jornalistas e radialistas esportivos pertencentes à ACERJ;
  • Incentivar a cordialidade da classe entre os associados;
  • Prestar colaboração aos sócios através do departamento jurídico, defendendo os direitos profissionais junto aos órgãos governamentais quando necessário;
  • Promover relações culturais e esportivas com entidades congêneres e associações desportivas e recreativas nacionais ou internacionais;
  • Manter convênios com instituições no sentido de oferecer aos associados: assistência médica, odontológica e jurídica, assim como proporcionar-lhes férias em colônias de propriedade da entidade, quando as mesmas existirem;
  • Empenhar-se no sentido de manter pequena biblioteca sobre assuntos esportivos na sede social, franqueado-a aos seus associados e ao público editar ou fazer editar livros, revistas, jornais ou boletins relacionados aos esportes e a vida da entidade;
  • Firmar convênios através de superintendentes e diretores de praças esportivas pertencentes aos órgãos governamentais ou à entidades privadas, para controlar em suas dependências os serviços dos jornalistas e radialistas credenciados pela ACERJ ou pela ABRACE, dando-lhes condições condignas de trabalho.